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Escondidinho de Cogumelo Sem Lactose

31 maio

Estou tentando acrescentar novos-velhos sabores na minha dieta. No domingo passado, o Tadeu teve a idéia de ir até um restaurante vegetariano que ele tinha visto no guia da Abrasel. Antes de ir, fui olhar o site deles para saber o que encontraríamos por lá. Depois de ficar com muita vontade de provar as tortas e pizzas de lá, descobri que o restaurante já fechou. Uma pena, né?

Mas pelo menos descobrimos algumas receitas interessantes… E a primeira que testamos foi a de Escondidinho de Cogumelos! Hummmmm!

Amo de paixão escondidinho. E adoro cogumelos. Então… Combinação perfeita, não é mesmo?

O cozinheiro do dia foi o Tadeu – meu namorado – que sempre faz risotos e pães deliciosos! (qualquer dia posto uma das receitas dele). Fofo, né? Sim, ele é um amor!

Para o Tadeu, o escondidinho não ficou muito bem um escondidinho. Pra ele ficou um purê de mandioca com cogumelo.

Realmente não ficou tão durinho, ficou mais ralinho e não teve a maravilhosa cobertura de queijo derretido. Mas eu ADOREI! Achei super interessante a combinação do sabor suave da mandioca com o gosto marcante do cogumelo. Sem contar que ficou com uma casquinha crocante… Hummmmm! Vou repetir a receita qualquer dia desses!

Escondidinho de Cogumelos

1kg de aipim descascado

2 colheres (sopa)de óleo de Palma, Palmiste ou Coco (observação: bem gelado!)

200g de cogumelos frescos fatiados

1 cebola média picada

2 dentes de alho amassados

100 ml de Vinho branco

1 colher de óleo de girassol

1 Xícara de leite de aveia (receita aqui)

Salsinha

Sal, pimenta branca e noz moscada a gosto

Modo de preparo:

Cozinhe o apim até ficar bem mole. Faça um purê e adicione o óleo de palma bem gelado. Tempere com sal e pimenta e reserve.

Em uma frigideira quente (ou wok), coloque o óleo de girassol, refogue a cebola e o alho, adicione os cogumelos e salteie. Acrescente o vinho branco, deixe ferver um pouco e adicione então o leite de aveia. Continue cozinhando até engrossar um pouco. Tire do fogo e adicione a salsinha picada. Reserve.

Em uma forma untada, coloque uma camada de purê de aipim, outra de molho de cogumelos e uma última de purê. Asse em forno pré-aquecido em 200°C por aprox. 30min.

Sugestão: Sirva com legumes salteados.

Serve 4 pessoas.

Ahh… na receita usamos o leite de aveia que já postei por aqui. Acho que dá para substituir pelo leite de soja culinário ou pelo leite com baixo teor de lactose…

Ahhh… E no lugar de óleo de palma, o Tadeu comprou azeite de uva! Não conhecia e gostei… tem um sabor suave e diferente do azeite comum.

OBS: O escondidinho estava tão gostoso que nem lembrei de tirar fotos! Essa que ilustra o post é do site do Babele.

Sabrina Carozzi

Neston: a nova aveia da minha vida!

19 maio

Sem Lactose, com vitaminas e cereais! Será que engorda???

Tenho que agradecer milhões de vezes a Daniele Martins, minha amiga-irmã-mãe-conselheira-e-tudo-mais! Foi ela que me lembrou da existência do Neston! Como é bom! E nutritivo – pelo menos segundo as informações da embalagem.

Para quem não sabe, perdi cerca de 8 kg desde o começo do dilema do meu estômago, intolerância à lactose e afins. Almoçando e jantando um pratinho de sobremesa de purê de batata e arroz não tinha como ser diferente, né? Depois ganhei míseros dois quilinhos quando comecei a malhar, mas já perdi tudo de novo depois que entrei na fase muletinhas! É, tenho que tomar banho de sal grosso, eu sei!

Mas enfim… Agora que voltei a comer mais quantidade e variedade de alimentos deveria engordar, né? Mas acho meio difícil engordar comendo só frutas, legumes, carne magra e comendo tudo isso em pequenas porções o dia todo…

Ouvir do avô, das tias e da mãe que a gente está muito magrinha nem conta, né? Mas depois de ouvir da Zeca e da Tânia (minhas queridas chefinhas) que estou muuuuito magra, fiquei assustada.

E foi ai que a Dani entrou em cena… Conversando pelo Gtalk (viva o Google!), ela se lembrou que quando era apenas a pequena Dani vivia tomando vitaminas de frutas para engordar. Tudo com muito Neston, Mucilon, Sustagen ou Farinha Láctea!

Das opções, apenas o Neston e o Mucilon não contém lactose, ok?!  São deliciosos, maravilhosos, vitaminados, salve-salve!!! Novo companheiro da minha amada aveia!

Já usei na vitamina, com frutas e com iogurte de soja (o que deu uma cortada legal do super doce do iogurte).

E então? Vai uma vitamina ai??? Rumo aos 49 Kg, minha gente!

Sabrina Carozzi

Macarronada sem glúten

5 maio

O que fazer pra almoçar? Algo que não suje tudo na cozinha, que não exija muitos pulos pra cá e pra lá. Algo que não fosse sopa – que estou comendo desde sábado. Algo que não tenha leite; que não tenho gordura demais; que não seja ácido demais; que não precise de muito tempero ou vinagre, limão, etc; que não seja de difícil digestão…  Ufa!

Pensando em tudo isso, vi um lindo prato de macarronada à bolonhesa no programa Bem Estar da Globo.  Além de lindo, ainda disseram que é bem saudável se acompanhado de uma salada, que no caso era de rúcula.

Bom… molho vermelho eu não posso por enquanto. Rúcula não tinha em casa. Nem carne moída. Eu tinha um espagueti sem glúten, proteína texturizada de soja (PTS) e brócolis! Boa saída, né?

Já faz um tempo que tinha comprado o macarrão sem glúten só para ver qual é. Se fosse gostoso, para que ficar comendo o comum, não é mesmo? E acabei me esquecendo dele no armário.  E é bem gostoso, viu? É super igual a qualquer macarrão, só que com o gosto mais suave. Achei bem levinho e caiu super bem no estômago (o que é muito importante na minha vida atualmente).

Molho

O “molho” fiz com a PTS e brócolis. Deixei a proteína de molho na água fria por mais ou menos meia hora (estava no telefone e acabei  me esquecendo da vida). Depois escorri, lavei novamente e espremi para tirar o excesso de água. Refoguei 1 dente de alho picadinho com ¼ de cebola picadinha. Deixei cozinhando por bem pouco tempo.

Fiz o branqueamento no brócolis, congelei a maior parte e separei alguns buquês para o macarrão. Acrescentei na proteína de soja, coloquei um pouco de sal e azeite extra virgem (que estou muito fina ultimamente, minha gente!).

Finalização

Depois de escorrer o macarrão, misturei com o molho e deixei mais um tempinho no fogo para pegar o gostinho. Hoje – me esbaldei e – coloquei um pouco mais de azeite (1 colher de sopa) depois do macarrão pronto e um punhado generoso de cebolinha verde picada. E voilá!!!

Claaaaro que um molho bem suculento de tomate daria outro estilo na proteína de soja, maaas uma refeição mais suave é o que me cabe desse latifúndio!

Ficou bem gostoso, levinho, saboroso e caiu super bem. Será que foi a falta do glúten???

Espero que gostem da dica. E se fizerem em casa, acho que um tomatinho picado em cubos colocados no final da preparação – pra que ele não cozinhe demais – deve dar um toque mais que especial na macarronada.

Bom apetite!

Queijo Minas sem lactose

1 maio

Meus olhos brilharam só de pensar em comer queijo minas sem passar mal

Para tudo! Para tudo! Acabei de descobrir que posso ter esperança num mundo melhor: existe queijo sem lactose! Exageros a parte, achei o máximo achar uma opção para comer o que mais sinto falta depois que descobri que tenho Intolerância à Lactose.

A descoberta foi feita depois de ter a brilhante idéia de tentar fazer queijo em casa usando o leite com baixo teor de lactose. Fui buscar receitas na internet e todo o plano foi por água abaixo, gente! Não dá para fazer queijo com leite de caixinha!!! Como assim??? Eu, como boa mineira de coração, deveria saber disso, né? Mas não sabia!

E como boa mineira de coração, amo queijo. O problema é que para ele ainda não achei substituto decente na minha dieta. Requeijão, pizza, pão de queijo, pão francês com queijinho minas, tábua de frios com lindos pedaços de gorgonzolas e parmesão… Hummmm!  Ficou com água na boca? Pois então, estou altamente salivando por aqui!

Voltando a descoberta do dia… A produção do queijo minas sem lactose é possível por ter a enzima lactase entre os ingredientes:

“Produzido com leite de vaca integral pasteurizado, cloreto de cálcio, coalho líquido, sal e enzima lactase. A enzima lactase acrescida ao leite age diretamente nas moléculas de lactose, quebrando-as e desdobrando o açúcar do leite, a lactose, em moléculas menores para que estas possam ser absorvidas por pessoas que têm intolerância à lactose ou deficiência parcial de produção de lactase”.

O grande problema é que o tal queijo é fabricado numa fazenda do Espírito Santo, a Fazenda Carnielli, e pelo jeito só é vendido por lá e numa loja em Brasília.

Achei essa boa dica no Sem Lactose. E foi nesse site também que vi que as pessoas de outros estados podem comprar o produto somente por encomenda, via Sedex 10. O preço final do produto deve ficar bem alto, mas vale a pena se o produto for bom. Ainda não experimentei, mas estou pensando seriamente em tentar!

Quando comprar o queijo, conto para vocês o que achei, ok?!

Sabrina Carozzi

Conservando alimentos

30 abr

Cansado de comprar legumes e verduras e vê-los apodrecer na geladeira? Não sabe o que fazer para que eles durem mais? Seus problemas acabaram! A Rapa do Tacho apresenta a vocês uma técnica mágica que acabará com esse horroroso desperdício de alimentos: o branqueamento!

Não é feitiçaria, é tecnologia, minha gente!

Eu só uso para conservar brócolis, mas já li que serve com outros vegetais e legumes como quiabo, espinafre, cenoura, batata, couve-flor, ervilha torta, pimentas. Também dá para aplicar a técnica em frutas como maçã e pera.

E é fácil, fácil de fazer, pessoal!

Branqueamento

1 – Lave bem os legumes

2 – Mergulhe o legume em água fervente e cozinhe por dois a três minutos

3 – Escorra a água e mergulhe os legumes imediatamente na água gelada para interromper o cozimento. Deixe os legumes na água gelada pelo mesmo período que deixou na água quente.

Pronto!

Se você tiver paciência e for bem disciplinadinho, pode levar os legumes ao freezer numa assadeira para que eles congelem separadinhos. Só depois disso, retire da assadeira e guarde em sacos plásticos. Confesso que eu levo para o congelador já na embalagem definitiva e depois “quebro” os blocos para usar os legumes em sopas.

Já tentei fazer o branqueamento em batata e cenoura, mas achei que os legumes ficaram borrachudos depois de descongelar. Se alguém tiver algum segredo para dar certo, passa para a gente!

Sabrina Carozzi

Mingau-salva-estômago

27 abr

Uma delícia saudável para as noites nossas de cada dia!

Um dos pratos mais saborosos da minha nova alimentação é o mingau de aveia. É ele que salva meu jantar. Alimenta, é saudável e gostoso! Confesso que torcia o nariz quando via o mingau. Achava meio nojento, pegajoso e tal. Mas depois que minha mãe conseguiu um ponto mais consistente, me apaixonei!

Resolvi postar a receita que tanto gosto depois de conversar com uma amiga que também está com gastrite. A Carol Mazzonetto disse as mesmas coisas que eu dizia sobre o mingau: “não gosto”, “é nojento”, “mas nunca comi”. Como dizer que não gosta de algo se nem provou, não é mesmo?

Além disso, Carol quer aprender a cozinhar e precisa começar com as receitas mais simples e práticas. Então esse post é dedicado a ela!

Mingau de aveia

Ingredientes:

1 copo de leite (no meu caso, uso o que tem baixo teor de lactose)

4 colheres de sopa de aveia em flocos finos

1 colher de sopa de açúcar

Modo de fazer

Dissolver a aveia e o açúcar no leite ainda frio e levar ao fogo médio (se não tiver paciência, faz no alto mesmo, como eu!). Agora é só mexer, mexer e mexer! Não deixe de mexer, senão queima tudo, empelota tudo e vira um horror! Mas pode ficar tranquilo que vai engrossar rápido! E o meu segredo é deixar engrossar bastante, até ficar borbulhante (aquelas bolhas de caldo bem grosso) e que você consiga ver bem o fundo da panela.

E pronto! Delicioso!  E se achar feio, nojento ou não gostar de primeira, tente outras vezes até achar o ponto certo!

Rendimento: 1 prato fundo cheio

Obs: Quem está com gastrite, espera esfriar um pouquinho, porque comida muito quente faz mal também, ok?!

Obs1: Meu mingau fica “de cortar”. Então se alguém preferir um mingau mais molinho, coloque mais leite ou menos aveia!

Sabrina Carozzi

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